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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
[Luxo e escassez]
“O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)
A passivação ocorre quando o cromo contido no aço inoxidável entra em contato com o oxigênio presente no ar. Essa reação química forma uma camada passiva de óxido de cromo, que oferece proteção à superfície do aço inoxidável e pode ser representada pela equação não balanceada:
Cr(s) + O2 (g) → Cr2O3(s)
A quantidade de elétrons envolvida na formação de um mol de partículas de óxido de cromo (III), na passivação, é:
Os pontos A, B e C são as representações, no plano complexo, das raízes da equação:
x³ + 3x² + 25x -29 = 0
A área do triângulo ABC é igual a