Partindo da ideia de “tempo social”, os geógrafos
Ghichonnet e Raffestin interpretam esse conceito como
disjuntores de tempos desiguais, como evoluções econômicas não paralelas, mutações não comparáveis na
organização do espaço, ritmos desiguais, etc. Nesse
sentido, não seria apenas um disjuntor espacial, mas
também um disjuntor temporal. Para eles, essa “desigualdade de tempos” é fundamental quando se considera
a hipótese da plena unificação europeia.
(COSTA, Wanderley Messias da. Geografia política e geopolítica.
Discursos sobre o território e o poder, 2010. Adaptado)
O autor fornece no texto elementos que indicam o conceito de