A Higienização das Mãos (HM) foi instituída a partir dos estudos de Semmelweis, em 1846, quando reportou redução de
infecção puerperal após inserção da prática na sala de obstetrícia. Na atualidade, a educação continuada dos profissionais
assistenciais com estratégia multimodal, observação direta in loco e métodos de feedback imediato pode produzir melhoria duradoura da adesão à HM. No entanto, apesar dos esforços feitos pelos profissionais do Serviço de Controle de
Infecção Hospitalar (SCIH), o cumprimento das práticas ainda permanece baixo, geralmente inferior a 50%. Nos Estados
Unidos, a taxa global dos profissionais da equipe multidisciplinar para HM gira em torno de 40%, variando de 30 a 40%
quando alocados nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). No Brasil, a taxa de adesão gira em torno de 27%, podendo
alcançar 45% após o contato com o paciente. Nesse contexto, assinale, a seguir, a alternativa que corresponde à meta
internacional de segurança do paciente, estabelecida pela Joint Commission International (JCI).