Considerando que, a Psicopatologia perpassa diferentes campos do conhecimento (principalmente entre
a Psicologia, a Psicanálise, a Neurologia e a Psiquiatria),
com os quais dialoga, faz-se imprescindível também,
melhor definição sobre os limites inerentes a essas áreas
dentro das práticas e/ou atuações psicopatológicas, tanto diante dos estados mentais patológicos quanto frente
a suas manifestações comportamentais. De acordo com
Deminco (2018), inserida nesse contexto, a
I. Psicanálise é um procedimento investigativo dos processos mentais que lhe são acessíveis (baseado nessa investigação), para o tratamento de distúrbios neuróticos
ou não, em uma coleção de informações psicológicas obtidas, que gradualmente se acumulou numa "nova" disciplina científica.
II. Psicologia é a ciência que se preocupa com o comportamento humano em seus aspectos e condutas observáveis, que possam ser medidos, testados, compreendidos,
controlados, descritos e preditos objetivamente.
III. Psiquiatria lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das doenças mentais
em humanos, sejam elas de cunho orgânico ou funcional. A meta principal é o alívio do sofrimento psíquico e
o bem-estar psíquico.
IV. Neurologia estuda e atua nas doenças estruturais,
provenientes do Sistema Nervoso Central (encéfalo e
medula espinal), do Sistema Nervoso Periférico (nervos
e músculos) e de suas estruturas invólucros (meninges).
Avaliando as afirmações acima, conforme Deminco (2018), é certo afirmar que: