O aumento das famílias recompostas, a redução do
número de filhos, o aumento significativo das famílias
monoparentais e de pessoas que vivem sós, são algumas
alterações presentes nas famílias brasileiras, iniciadas na
década de 1990 e relacionadas às transformações contemporâneas da sociedade. Tais reconfigurações impossibilitam pensar a família com base em um modelo único
ou ideal, como o tradicional casal com filhos e não devem
ser compreendidas como fontes de desvio e fragilidades,
mas como alternativas expressas no novo contexto econômico e cultural e como possibilidades de