Atualmente, a utilização de cisternas para captação de águas pluviais é uma realidade mitigadora da
escassez desse indispensável recurso, principalmente no Semi Árido brasileiro. Na residência de uma
família de pequenos agricultores (4 pessoas) da Microrregião do Seridó/RN, foi construída uma cisterna
cilíndrica de placas, com as seguintes dimensões: Diâmetro (D) = 3,0 m; Altura (h) = 2,60m. A área de
captação da chuva é o telhado retangular da própria casa, que mede 6 m de largura por 11m de
comprimento.
Considerando que 1mm de chuva corresponde a 1 litro de água por m² e que o coeficiente médio de
escoamento superficial da cobertura (telha de barro) é de 0,8 (80%), a opção que apresenta, na
sequência, o volume da cisterna, a quantidade mínima de chuva aproximada (total de chuva no período)
para enchê-la totalmente (considerando que no período de chuva não se fará uso da água da cisterna),
e o diagnóstico sobre se essa cisterna cheia é suficiente para suprir a demanda básica de água dessa
família (considerando 7 meses de estiagem, 210 dias, uma demanda diária de 14 litros/pessoa/dia e uma
perda por desperdício e evaporação de 10%) é