Ana Elizabete Mota (2008) defende que, nos anos 1980, o
capitalismo, a fim de evitar uma crise global, procura obter o
consentimento da classe trabalhadora para uma série de
transformações e reformas, as quais ela denomina “cultura da
crise”.
No presente, a autora afirma que presenciamos no Brasil, sob
novas determinações, a reatualização dessa cultura da crise, cujas
diretrizes atuais são: