No estudo de Lourenço et al. (2020), o qual objetivou identificar a compreensão de
gestores de Unidades de Saúde da Família de municípios que não contam com CAPSij, sobre saúde
mental infanto juvenil, as autoras indicaram que os profissionais relacionam as questões de saúde
mental diretamente às questões econômicas e sociais vivenciadas por crianças e adolescentes. Além
disso, os resultados identificaram que o cuidado com as crianças e adolescentes em sofrimento
psíquico tende a ser centralizado nos seguintes profissionais: