O chamado Novo Sistema de Contas Nacionais do Brasil (NSCN), criado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), apresenta, dentre seus grupos de contas,
A as tabelas de insumo-produto que reúnem as principais grandezas calculadas no Sistema de Contas Nacionais e permitem
identificar, para cada ano, o Produto Interno Bruto - PIB; a composição da oferta e da demanda agregada; a geração, a
distribuição e o uso da renda nacional; a acumulação de capital; a capacidade ou necessidade de financiamento; as
transações correntes com o resto do mundo; a renda per capita ; a evolução da carga tributária; a desagregação das
empresas não financeiras, por origem de capital, privado e público; e a desagregação do setor público e privado, para
alguns agregados, entre outras informações.
B as contas econômicas integradas que oferecem uma visão do conjunto da economia, descrevendo, para cada setor
institucional, seus fenômenos essenciais - produção, consumo, acumulação e patrimônio - e suas inter-relações no período
considerado.
C o circuito econômico que representa a forma e o tempo, como e quando o produto e a renda são gerados, passando pelos
mecanismos de distribuição e de apropriação da renda nacional, chegando posteriormente à identificação dos fluxos
relativos ao uso da renda em consumo e poupança e às consequentes alterações patrimoniais da nação e dos variados
agentes que atuam na economia.
D as tabelas sinóticas que se aplicam ao comportamento dos agentes econômicos; neste caso, a unidade de investigação é
a unidade institucional, que se caracteriza por sua autonomia de decisão e unicidade patrimonial. O agrupamento das
unidades institucionais de acordo com a similaridade de objetivos, funções e comportamentos econômicos formam os
setores institucionais.
E a tabela de recursos e usos que contém os resultados, a preços correntes e a preços constantes do ano anterior, e mostra
os fluxos de oferta e demanda dos bens e serviços e, também, a geração da renda e do emprego em cada atividade
econômica.