“O objetivo da avaliação vocal é descrever o perfil vocal do indivíduo e verificar a influência do comportamento vocal na
gênese da disfonia.” (Behlau, et al. 2001.)
Sobre a avaliação vocal na prática fonoaudiológica, é correto afirmar que
A
a avaliação perceptivo-auditiva, por ser considerada subjetiva, torna-se dúvida na clínica da voz sendo, portanto, a
avaliação acústica soberana na clínica fonoaudiológica.
B
ao comparar as avaliações vocais, tem-se como prioridade a avaliação acústica, em seguida, laringoscópica e, por fim,
a avaliação perceptivo-auditiva, por ser considerada a mais subjetiva.
C
a avaliação perceptivo-auditiva, embora seja considerada subjetiva, pode ser conscientemente desenvolvida,
tornando-se confiável e decisiva. Por isso, é considerada o padrão ouro na clínica de voz.
D
a avaliação de um paciente disfônico é realizada apenas pelo profissional fonoaudiólogo, sendo este o mais
capacitado para realizar a avaliação visual da laringe, perceptivo-auditiva e acústica.
E
a avaliação perceptivo-auditiva não depende da experiência auditiva prévia do profissional, apesar de envolver a
comparação de vozes a um sistema de referência pessoal do avaliador.