Para corrigir as imprecisões quanto à formação e à atuação de psicólogos/as na Saúde Pública, é necessário.
I. Abrir uma nova agenda para a formação de psicólogos/as no Brasil para atuarem na Saúde Pública,
requerendo competências técnicas e ética para a produção de um sistema universal e resolutivo, com base
na compreensão do processo saúde-doença-sofrimento, considerando o paradigma das determinações
sociais;
II. Considerar os diferentes serviços e níveis de atenção do SUS como cenários de práticas dos estágios e
vivências na formação de psicólogos/as, de maneira que os estudantes possam desenvolver competências
e habilidades em torno da estruturação do cuidado e nos novos modos de gestão dos processos de trabalho
em saúde;
III. Criar espaços coletivos, ao longo do percurso formativo, tanto na organização curricular quanto na
integração ensino-serviço-comunidade, em que os/as estudantes-estagiários/as, os/as professores/asorientadores/as e os/as trabalhadores/as-preceptores/as possam, em conjunto, interrogar e analisar o seu
cotidiano de trabalho e desenvolver ações multi/interprofissionais com base no cuidado integral em saúde;
IV. Priorizar o aprendizado do manejo para a realização de trabalhos com grupos, de maneira que este possa
constituir-se como a principal ferramenta de trabalho do/a psicólogo/a no SUS, considerando a necessidade
de diminuir as filas de espera nos serviços e aumentar o acesso à Saúde Mental.
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