O texto seguinte servirá de base para responder à
questão.
Cidades-esponja e as mudanças climáticas
Levantamento da Casa Civil e do Ministério das Cidades,
divulgado no início deste ano, apontou que mais de
1.900 municípios brasileiros estão em zonas de risco
quanto a eventos extremos do clima. Além disso, quase
9 milhões de pessoas vivem em áreas expostas a
desastres ambientais no país. Ao todo, 15 das 27
capitais do Brasil não têm um plano de enfrentamento da
questão.
Diante deste cenário, diversos setores da sociedade vêm
debatendo sobre as melhores soluções urbanísticas para
prevenir e combater os danos causados pelas mudanças
climáticas. Dentre as possibilidades, as chamadas
cidades-esponja têm se destacado como uma opção
viável, já implementadas com sucesso em diversas
localidades do mundo, como parte de suas políticas de
desenvolvimento urbano sustentável.
"Uma cidade-esponja trabalha com todo o ciclo
hidrográfico, ou seja, com a precipitação, a captação, a
gestão da água na superfície do solo, a absorção, a
infiltração e a recarga do lençol freático, usando medidas
que podem atenuar, absorver e dar espaço para essa
água de chuva", explica a arquiteta e urbanista Taneha
Bacchin, professora em projeto urbano da Universidade
Técnica de Delft, na Holanda".
(Fonte: https.//bsa.com.br/blog/cidades-esponja.bsa/)