Ratos infectados com o parasita que causa
toxoplasmose se comportam de maneira estranha,
perdendo o medo natural de gatos, os hospedeiros
definitivos do protozoário que provoca essa doença.
Pesquisas mostram que, quando expostos ao cheiro da
urina do felino, eles parecem se sentir atraídos pelo
próprio predador. E assim como nos ratos, pesquisas
mostram que o protozoário da toxoplasmose pode
causar mudanças comportamentais também em
humanos. O parasita é associado à esquizofrenia, à
depressão, ao autismo e até ao aumento do risco de
envolvimento em acidentes de trânsito.
Reportagem retirada do jornal de notícias alemão
Deutsche Welle, publicada no dia 11 de novembro de
2018 sob o link
https://www.dw.com/pt-br/como-a-toxoplasmoseage-no-c%C3%A9rebro/a-46235773
Alguns dos critérios diagnósticos do DSM-5 para
esquizofrenia são:
I- Se há história de transtorno do espectro autista ou
de um transtorno da comunicação iniciado na
infância, o diagnóstico adicional de esquizofrenia
é realizado somente se delírios ou alucinações
proeminentes, além dos demais sintomas exigidos
de esquizofrenia, estão também presentes por pelo
menos um mês (ou menos, se tratados com
sucesso).
II- A perturbação não pode ser atribuída aos efeitos
fisiológicos de uma substância (p. ex., droga de
abuso, medicamento) ou a outra condição médica.
III- Por período significativo de tempo desde o
aparecimento da perturbação, o nível de
funcionamento em uma ou mais áreas importantes
do funcionamento, como trabalho, relações
interpessoais ou autocuidado, está acentuadamente
abaixo do nível alcançado antes do início (ou,
quando o início se dá na infância ou na
adolescência, incapacidade de atingir o nível
esperado de funcionamento interpessoal,
acadêmico ou profissional).
Assinale a opção CORRETA: