A Política Fiscal brasileira se inspira, desde o final da década de
1990, no chamado “Modelo da Equivalência Ricardiana”, que
considera o déficit público como um fator de ineficiência
alocativa. No entanto, o debate teórico sobre o papel da Política
Fiscal opõe duas correntes de pensamento: os Novos Clássicos,
defensores desse modelo, e os Keynesianos.
Com relação à análise da Política Fiscal por essas duas correntes,
é correto afirmar que