Os especialistas explicam que a expansão das principais
facções criminosas do país, o Primeiro Comando da
Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), rumo ao
Norte e Nordeste, resultou em uma guerra entre elas
dentro dos presídios. “O ano de 2017 começou com
matanças nos presídios no Amazonas, Rio Grande do
Norte e Roraima. O sistema ficou muito conflagrado,
porque se imaginava depois dessas três ondas um efeito
dominó”, explica Paes Manso, coautor do livro A guerra:
a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil.
A guerra nos presídios teve reflexos nas ruas, acirrando
os conflitos e elevando os índices de criminalidade
daquele ano. Mas, com o tempo, a tensão entre os
grupos rivais começou a diminuir a partir de armistícios e
pactos de não agressão.
Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/20/
politica/1563625750_156154.html>. Acesso em: 26 out. 2019.
De acordo com o texto, a tendência de queda da
violência no Brasil, que começou no início de 2018, pode
ser explicada