Cardoso, Mayrink e Luczinski (2006,
p.15) definem como importantes para o
trabalho clínico com base em uma
abordagem comunitária “(...) enfoque nas
relações (sejam elas familiares,
comunitárias ou institucionais);
mobilização da rede social, entendida como
a rede natural de contatos, os laços de
pertencimento e as relações estabelecidas,
inclusive, com os profissionais que com
essas pessoas trabalham; vinculação com
instituições e líderes da comunidade, visto
ser esse o contexto no qual são
apresentadas as demandas explícitas e
implícitas das pessoas; e, finalmente, a
ação que vise à autonomia e à autogestão
(em oposição ao assistencialismo),
capacitando as pessoas a transformarem
sua própria realidade”. Assim, de acordo
com os autores, para adequar o
atendimento clínico às necessidades da
comunidade assistida é necessário
trabalhar principalmente para: