Poucos testes diagnósticos fornecem tantas informações úteis como as radiografias
dentárias. Por esta razão, o clínico é, algumas vezes, tentado a fazer um diagnóstico definitivo
prematuro baseado somente na interpretação radiográfica. No entanto, a imagem deve ser usada
somente como um sinal, fornecendo pistas importantes para a investigação diagnóstica. Quando não
associado à história adequada, ao exame clínico e a testes diagnósticos, a radiografia isoladamente
pode levar a uma interpretação errônea de normalidade ou patologia. Analise as assertivas e assinale
V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A interpretação tridimensional da imagem bidimensional resultante necessita não somente de
conhecimento da normalidade e da condição patológica, mas também de conhecimento avançado
de como a tomada radiográfica foi realizada. As estruturas anatômicas que estão mais próximas
do filme (ou sensor) se moverão menos quando houver uma mudança na angulação vertical ou
horizontal da fonte de radiação.
( ) Uma angulação vertical incorreta pode fazer com que as raízes sejam sobrepostas às do dente
adjacente ou pode criar, incorretamente, a aparência de um dente unirradiculado quando, na
verdade, existem duas raízes.
( ) A condição patológica pode se apresentar meramente como um aumento ou interrupção da lâmina
dura (o aspecto radiográfico mais consistente quando um dente apresenta necrose pulpar) ou
pode se apresentar como uma área radiolúcida no ápice radicular ou no osso alveolar adjacente
à saída de um canal lateral ou acessório. Ocasionalmente, pode não haver nenhuma alteração
radiográfica, mesmo na presença de abscesso perirradicular agudo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: