O Ministério da Saúde, em 2011, lançou um guia prático de matriciamento em saúde mental. O documento aponta que o
apoio matricial é um novo modo de produzir saúde em que duas
ou mais equipes, em um processo de construção compartilhada,
criam uma proposta de intervenção pedagógico-terapêutica.
Portanto, o matriciamento constitui-se em uma ferramenta de
transformação, não só do processo de saúde e doença, mas de
toda a realidade dessas equipes e comunidades. Diante do
exposto, deve-se solicitar um matriciamento:
I. Nos casos em que a equipe de referência sente necessidade
de apoio da saúde mental para abordar e conduzir um caso
que exige, por exemplo, esclarecimento diagnóstico, estruturação de um projeto terapêutico e abordagem da família.
II. Para integração do nível especializado com a atenção primária
no tratamento de pacientes com transtorno mental como,
por exemplo, para apoiar na adesão ao projeto terapêutico de
pacientes com transtornos mentais graves e persistentes em
atendimento de um hospital psiquiátrico especializado.
III. Quando se necessita de suporte para realizar intervenções
psicossociais específicas da atenção terciária, tais como
grupos de pacientes com transtornos mentais.
IV. Quando a equipe de referência sente necessidade de apoio
para resolver problemas relativos ao desempenho de suas
tarefas como, por exemplo, dificuldades nas relações pessoais ou nas situações especialmente difíceis encontradas na
realidade do trabalho diário.
Está correto o que se afirma apenas em