Durante a realização das diferentes etapas de um processo psicodiagnóstico, as entrevistas podem seguir
diferentes modelos. Para que os objetivos do processo
sejam atingidos, a entrevista
A para realização de testes psicológicos deve ter estrutura livre, para que a pessoa avaliada se sinta à
vontade para mostrar seu real potencial diante das
atividades propostas.
B inicial precisa ser livremente estruturada, pois, no
momento inicial do psicodiagnóstico, não é possível
dar um direcionamento ao relato da pessoa avaliada.
C devolutiva tem estrutura dirigida, pois, nesse momento, cabe ao psicólogo apresentar todas as suas
conclusões sobre o caso e determinar as intervenções a serem seguidas.
D de anamnese pode ter estrutura semidirigida, pois
um roteiro de perguntas deve ser seguido, mas, durante a apresentação dos dados, outros questionamentos podem surgir.
E para coleta de dados deve ser dirigida, pois o psicólogo só pode concluir o psicodiagnóstico se todas as
questões pertinentes ao processo forem respondidas.