As práticas avaliativas classificatórias fundam-se
na competição e no individualismo, no poder, na
arbitrariedade presente nas relações entre professores
e alunos. À medida que novos estudos apontam para o
caráter interativo e intersubjetivo da avaliação, alertam
também para a necessidade de práticas dialógicas
entre todos os envolvidos no processo. Nesse sentido,
é essencial dar importância: