Há muitas razões que podem levar uma vacina a não
conferir imunidade protetora a um animal. Às vezes, a
vacina é de fato ineficaz. O método de produção pode ter
destruído os epítopos protetores, ou a quantidade de
antígeno na vacina pode ser simplesmente insuficiente.
Problemas desse tipo são incomuns e, de modo geral,
podem ser evitados por meio do uso de vacinas apenas de
fabricantes confiáveis. Sobre as falhas de respostas que
levam uma vacina a não proteger um animal, analisar os
itens abaixo:
I. Nas doenças altamente infecciosas, em que a imunidade
de rebanho é fraca e a infecção é transmitida de forma
rápida e eficiente, como a febre aftosa, até mesmo a
presença de poucos animais não protegidos permite a
disseminação da doença e compromete os programas de
controle.
II. Nas doenças de disseminação ineficiente, como a raiva, a
proteção de 70% pode ser suficiente para bloquear a
transmissão em uma população e, assim, é considerada
satisfatória pela saúde pública.
III. Uma vacina viva pode ter sido inativada devido ao
armazenamento inadequado, ao uso combinado de
antibióticos com vacinas bacterianas vivas, à utilização de
substâncias químicas para esterilização da seringa ou ao
uso excessivo de álcool durante a antissepsia da pele.
Está(ão) CORRETO(S):