Em relação à execução de alguns dos principais testes para diagnosticar a síndrome
da dor trocantérica, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Teste de palpação da região trocantérica.
2. Teste de trendelenburg.
3. Teste de Faber.
4. Teste de Ober.
Coluna 2
( ) É realizado com o paciente em decúbito dorsal, com o pé da extremidade inferior avaliada sobre
o joelho oposto. O fisioterapeuta coloca o quadril analisado passivamente em abdução e rotação
lateral, estabilizando a espinha ilíaca anterossuperior contralateral. Ao final da amplitude, coloca
uma pressão sobre o joelho do quadril avaliado para sensibilizar o Teste e verificar a reprodução
da sintomatologia (irritabilidade).
( ) É realizado com o paciente em decúbito lateral, com o lado afetado para cima. O quadril afetado
é colocado passivamente em 10° de extensão e forçado para adução. O fisioterapeuta avalia a
ADM em comparação com o lado contralateral com um goniômetro ou inclinômetro e verifica a
presença de dor na execução do Teste.
( ) É realizado com o paciente em decúbito lateral, com o lado acometido para cima. O fisioterapeuta
palpa o trocanter maior e toda a região peritrocantérica. Depois, palpa a região superior do
trocanter maior para evidenciar a inserção do glúteo médio e anterossuperior a do glúteo mínimo.
A presença de dor pode ser local ou irradiada ao longo da face lateral da coxa.
( ) É realizado com o paciente em pé sobre um membro inferior, com o outro em 30° de flexão de
quadril. O fisioterapeuta solicita que o paciente levante a pelve do lado sem apoio o mais alto possível. O paciente pode apoiar a mão homolatetal à perna de apoio em uma superfície fixa para
manter o equilíbrio.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: