A farmacoeconomia é uma ferramenta que ajuda a
selecionar as opções mais eficientes e que auxilia na
distribuição de recursos para a saúde de uma forma
mais justa e equilibrada. Além disso, contribui para o
uso racional de medicamentos por meio da incorporação
do custo a questões sobre segurança, eficácia e qualidade dos diferentes tratamentos médicos, buscando
uma melhor relação entre custos e resultados. São quatro
os tipos de análises recomendados pela farmacoeconomia:
minimização de custos, custo-benefício, custo-efetividade e custo-utilidade (Revista Infarma, v.26, no. 4 –
2014).
Numere a segunda coluna de acordo com a primeira,
relacionando o tipo de análise ao seu conceito.
(1) Análise de minimização de custos
(2) Análise de custo-efetividade
(3) Análise de custo-benefício
(4) Análise de custo-utilidade
( ) Mede a quantidade e qualidade de vida empregando
o conceito de utilidade, que se refere à satisfação
obtida pelo paciente ante o impacto de uma intervenção de saúde.
( ) Expressa custos e resultados reais e potenciais
(individuais ou coletivos) da implementação de
um programa, exclusivamente em unidades
monetárias.
( ) Mede os custos em unidades monetárias e os desfechos em unidades naturais de saúde que indicam
melhorias de saúde.
( ) É a forma mais simples de avaliação econômica;
somente os custos são submetidos a comparações,
pois a eficácia ou a efetividade das alternativas
comparáveis são iguais.
A sequência numérica correta de preenchimento dos
parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é