Os consumidores de hortaliças estão praticamente impondo ao olericultor o
fornecimento de alimentos de alto padrão de qualidade em termos de aparência, sabor, valor
nutricional e livres de resíduos químicos e biológicos. Por isso, a exploração olerícola deve ser
orientada de acordo com os princípios de boas práticas agrícolas. Dentro do panorama de classificação
e padronização das hortaliças, os produtores devem seguir alguns protocolos, tais como:
I. A qualidade depende, em grande parte, das atividades pós-colheita até o local de venda ao
consumidor. Tais atividades são: manuseio, armazenagem, embalagem e transporte, que
compõem o processo de logística de distribuição.
II. A logística pode variar conforme a hortaliça e o tamanho da exploração, mas é estruturada
basicamente da seguinte forma: colheita (manuseio), classificação e padronização, transporte e
distribuição nos pontos de venda ao consumidor.
III. Em relação à colheita, é preciso que seja feita no ponto ideal, sendo fundamental fazer com que
o horário da colheita coincida com o horário em que o produto será transportado, o que é
particularmente essencial para as hortaliças do grupo das folhosas.
IV. A maioria das caixas utilizadas para o acondicionamento de hortaliças não leva em conta as
características do produto, contrariando a Instrução Normativa (IN) nº 009. Essa IN estabelece
que as embalagens devem: ter dimensões externas que permitam empilhamento,
preferencialmente em palets com medidas de 1,00 x 1,20 m; ser descartáveis ou retornáveis
(limpas a cada uso); ser devidamente rotuladas (peso líquido, responsável e classificação); conter
informações sobre condições de uso (peso máximo e empilhamento); e ser identificadas
constando a razão social e o CNPJ da empresa.
Quais estão corretos?