Trata-se de um domínio morfoclimático marcado por forte
entrada de energia solar, acompanhada de um abastecimento de ar úmido. Na direção das periferias da floresta
amazônica, há uma discreta acentuação da sazonalidade, desde o oeste de Rondônia até o Acre. Durante o
inverno, esse processo se deve à força de penetração do
braço mais interior da massa de ar tropical atlântica para
a Amazônia ocidental.
(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil:
potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)
Localmente, esse avanço da massa de ar, resulta em
processo denominado de