A Prefeitura de São Paulo está avaliando estratégias para modernizar sua infraestrutura de TIC e melhorar a prestação de serviços públicos. Durante esse processo, uma Analista, designada para analisar as opções, concluiu que
A os data centers virtuais em nuvem, do modelo PaaS, constituem opção confiável e econômica, pois para organizações em
setores altamente regulamentados, como é o caso da Prefeitura, manter um data center em nuvem facilita a conformidade
com requisitos específicos de segurança e privacidade de dados.
B o modelo laaS é apropriado, pois utiliza virtualização para fornecer recursos escaláveis, como servidores, redes e armazenamento. À Prefeitura pode implantar suas plataformas e aplicações nas máquinas virtuais do provedor, que oferece tecnologias e capacidades comparáveis às de um data center físico, mantendo o controle sobre as mesmas.
C o modelo SaaS é o ideal, pois permite que a Prefeitura configure soluções sob medida para seus processos internos e gerencie diretamente as funcionalidades e os dados de uma vasta gama de aplicações. Para utilizar os aplicativos Saas,
basta que os usuários façam o download e instalem os softwares em seus dispositivos locais, sem precisar utilizar plugins.
D a adoção de PaaS é a melhor opção, pois os usuários passam a ter controle total sobre a infraestrutura e o midaleware.
Essa solução não trabalha no modelo multitenant, o que possibilita aos usuários acionarem os patches de segurança,
criando compatibilidade com a infraestrutura por meio de mecanismos de integração automática.
E a virtualização de servidores no data center municipal é mais vantajosa do que a nuvem pública, pois garante maior flexibilidade para atender a demandas de escalabilidade dinâmica e adaptação rápida aos picos de uso. Além disso, os servidores estando no data center da Prefeitura podem facilitar o acesso a recursos de computação em diferentes regiões do
Brasil e do mundo, melhorando a latência e a disponibilidade para usuários em trânsito.