Ao realizar sua intervenção psicológica, o psicólogo
promove uma melhoria na qualidade de vida do paciente
internado, na medida em que fornece espaço para a
expressão de medos, angústias, dúvidas, culpas e
consequente elaboração desta sua nova condição do
“estar doente”. Tais atendimentos ocorrem quase
sempre à beira do leito, exigindo do psicólogo
maleabilidade e inventividade por conta de interrupções
e adiamentos. Dentre os modelos e técnicas disponíveis
para a atuação do psicólogo neste contexto,
a psicoterapia breve focal de apoio torna-se uma das
mais apropriadas.