Para o controle de qualidade das vacinas atenuadas
deve-se:
I- elaborar teste de identificação do antígeno viral utilizando
anticorpos específicos neutralizantes para o vírus (teste
de neutralização) em cultivo de células suscetíveis e
permissíveis.
II- realizar ensaios físico-químicos visando determinar
umidade residual cujo limite máximo deve garantir
que o produto (vacina) mantenha sua estabilidade, de
acordo com o registro submetido à autoridade regulatória nacional.
III- testar a segurança biológica.
IV- na dosagem da potência as linhagens celulares e antissoros específicos não permitem que a potência do
vírus vacinal seja determinada.
As afirmativas I, II, III e IV são respectivamente