[...] Reconhecer a instrumentalidade como
mediação significa tomar o Serviço Social como
totalidade constituída de múltiplas dimensões:
técnico-instrumental, teórico-intelectual, ético-política e formativa [...]”
(Guerra, 2000;2007, p,12)
Partindo desse princípio sobre a
instrumentalidade do assistente social,
ARGUMENTA-SE que:
I. A instrumentalidade como uma
particularidade é campo de mediações, que
porta a capacidade tanto de articular estas
dimensões, quanto de ser o conduto pelo
qual elas traduzem-se em respostas
profissionais.
II. A instrumentalidade articula as dimensões da
profissão e é a síntese delas.
III. Possibilita a passagem dos referenciais
técnicos, teóricos, valorativos e políticos e
sua concretização, de modo que estes se
traduzam em ações imediatas e pragmáticas.
IV. Permite que os sujeitos, face a sua
intencionalidade, invistam na criação e
articulação dos meios necessários para a
consecução das suas finalidades
profissionais messiânicas.
Aplicam-se a instrumentalidade,
respectivamente: