Tem sido recorrente no interior da categoria de assistentes sociais encontrar profissionais
que em face das dificuldades e desafios apresentados pelas requisições institucionais e
demandas dos usuários dos seus serviços argumentam que “na prática a teoria é outra”,
pretendendo com isso argumentar a existência de uma dicotomia entre teoria e prática. O
resultado dessa compreensão tem sido, frequentemente, uma prática profissional limitada ao
cumprimento de rotinas, procedimentos e reprodutora do senso comum. Esses profissionais
argumentam que estando eles imersos na realidade, o conhecimento válido é aquele que
advém da sua experiência como sujeito singular. Dessa concepção resulta