Georges Canguilhem (1943), em sua obra "O Normal e o
Patológico", realiza uma crítica em relação à ideia, vinda do positivismo, de que o patológico
seria uma variação quantitativa do normal. Dessa maneira, o autor questiona sobre a
existência de uma realidade objetiva da doença, distante da subjetividade e dos hábitos de
vida do indivíduo, e, portanto, passível de quantificação. No contexto atual, é CORRETO
afirmar que: