A paralisia cerebral congrega um grupo de afecções
permanentes do sistema nervoso central sem caráter
progressivo e de instalação no período neonatal. Há
várias abordagens terapêuticas com possíveis benefícios
ao paciente com paralisia cerebral, porém poucas
embasadas em evidências científicas indiscutíveis. A
abordagem fisioterapêutica teria a finalidade de
preparar a criança para uma função, manter ou
aprimorar as já existentes, atuando sempre de forma a
adequar a espasticidade. Os principais sinais de
desenvolvimento neuropsicomotor anormal que podem
ser observados em crianças com paralisia cerebral
durante os primeiros meses de vida estão descritos na
opção: