Quanto ao emprego do infinitivo, avalie as afirmações que seguem:I....
🏢 FUNDATEC🎯 Prefeitura de Campo Bom - RS📚 Língua Portuguesa
#Morfologia Verbal#Classificação Verbal
Esta questão foi aplicada no ano de 2019 pela banca FUNDATEC no concurso para Prefeitura de Campo Bom - RS. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Morfologia Verbal, Classificação Verbal.
Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.
Instrução: Para responder às questões de números 31 a 40, consulte o texto abaixo quando necessário.
Desejar o bem a outras pessoas pode aliviar a ansiedade, diz estudo
Praticar atividade física, fazer atividades que _____ prazer, meditar… Por mais
prazerosos que esses hábitos pareçam, _____-los na rotina, muitas vezes, acaba deixando o dia
a dia mais estressante do que o contrário. Claro que uma vida saudável (física e
emocionalmente) passa por essas atividades, mas __ maneiras ainda mais singelas de melhorar
a sensação de bem-estar. O simples fato de olhar para outra pessoa e desejar sua felicidade,
por exemplo, pode diminuir sintomas como estresse e ansiedade.
É o que mostra um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de
Iowa, nos Estados Unidos, e publicado no periódico científico Journal of Happiness Studies. O
experimento pediu que os participantes caminhassem por 12 minutos e focassem em
determinados pensamentos ao encontrar outras pessoas.
Os voluntários da pesquisa foram divididos em quatro grupos, cada um encarregado de
imaginar algo diferente enquanto batia o olho em outro indivíduo. Nada de dar uma de bom-moço
de propósito: todos foram encorajados ___ produzir pensamentos e sensações genuínas
durante o teste.
O primeiro grupo devia desejar felicidade a quem encontrasse, mentalizando a frase “Eu
desejo que essa pessoa seja feliz”. O segundo se concentrou em pensar na conexão que eles
possuem com o outro, imaginando que pudessem manter uma ambição ou sentimentos em
comum, por exemplo. Participantes do terceiro grupo deveriam focar apenas em si mesmos,
colocando o próximo em um patamar inferior durante a troca de olhares. Já o quarto serviu
como “controle”. Quem ficou neste grupo deveria levar em conta apenas o aspecto visual das
pessoas, como as roupas e cores que estavam vestindo.
Antes e depois do experimento, os pesquisadores fizeram entrevistas com cada
participante para medir níveis de ansiedade e estresse. O grupo dedicado a mentalizar a
felicidade se sentiu mais empático, preocupado com o outro e, principalmente, feliz. Da mesma
forma, o segundo grupo, que deveria tentar se colocar no lugar do outro, apresentou maiores
níveis de empatia e conexão.
Como é de se imaginar, o terceiro grupo, o dos soberbos, não teve melhora em nenhuma
das características. Esse dado contrasta resultados de pesquisas anteriores, que mostraram que
o ato de se comparar com outras pessoas poderia amenizar o sentimento de alguém que
estivesse mal consigo mesmo ou com baixa autoestima. Esse tipo de estratégia competitiva,
aliás, já foi relacionada como causa de depressão e ansiedade.
Desejar o bem ao próximo faz bem independentemente da personalidade. A pesquisa
também mostra que tantas pessoas naturalmente empáticas quanto as mais narcisistas
aproveitam os benefícios dos bons pensamentos. Precisa dar uma amenizada na correria do dia
a dia? Mandar pensamentos positivos para seu vizinho pode ser uma boa.
(Fonte: Maria Clara Rossini - https://super.abril.com.br/comportamento - texto adaptado, publicado em 5 abril 2019)
Quanto ao emprego do infinitivo, avalie as afirmações que seguem:
I. O infinitivo pode ser pessoal, quando tem sujeito expresso por um pronome reto; ou impessoal, quando se refere a sujeito indeterminado, implícito ou desinencial.
II. O infinitivo sendo reflexivo e vindo distante do verbo auxiliar, é possível a forma flexionada.
III. O infinito pessoal flexionado ocorre em algumas situações, dentre elas, quando tiver sujeito próprio, diverso do sujeito da oração principal.
IV. Apesar da complexidade que reveste o uso do infinitivo, como em todas as questões de linguagem, deve-se atender, antes e acima de tudo, às exigências do gosto literário, à harmonia da frase e à clareza da expressão.