I. Segundo Jung, a transferência não é mais que o processo comum de projeção, o paciente tende a
projetar inconscientemente no profissional os afetos básicos que nutria (e nutre) pelas figuras
significativas de sua vida. II. Trata-se, então, de um fenômeno geral, não apenas exclusivo da relação
analítica, para Jung, pode-se observar a transferência sempre que uma relação íntima entre duas pessoas
se estabelece.
Sobre o trecho acima: