Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando a situação da toxoplasmose na gestação
à sua respectiva descrição.
Coluna 1
1. Caso suspeito.
2. Caso provável.
3. Caso confirmado.
4. Caso descartado.
Coluna 2
( ) Caso que apresente resultado reagente de anticorpos IgM e IgG, com avidez de IgG baixa ou
intermediária em qualquer idade gestacional; títulos ascendentes de anticorpos IgG em amostras
seriadas com intervalo mínimo de duas semanas e IgM reagente; primeira sorologia realizada
após 16 semanas de idade gestacional que apresente resultado para anticorpos IgG em nível
elevado (acima de 300 UI/dL ou de acordo com a metodologia utilizada) e IgM reagente.
( ) Caso que apresente uma das seguintes situações: soroconversão de anticorpos IgG e
IgM anti-T. gondii durante o período gestacional; detecção de DNA do T. gondii em amostra de
líquido amniótico, em tecido placentário, fetal ou de órgãos (exame anatomopatológico, cultivo
de tecido ou bioensaio); mãe de recém-nascido com toxoplasmose congênita confirmada.
( ) Gestante que apresentar resultado para anticorpo IgM anti-T. gondii reagente ou indeterminado;
gestante que apresentar história clínica compatível com toxoplasmose adquirida após a
concepção; qualquer gestante identificada em situações de surto de toxoplasmose.
( ) Caso que apresente uma das seguintes situações: IgG reagente mais de três meses antes da
concepção (em caso de IgM positiva, considera-se residual, portanto, gestante com infecção
crônica, anterior à gestação); índice de avidez de IgG alto, colhido com até 16 semanas de
gestação; duas amostras de IgG negativas para T. gondii (colhidas com intervalo de duas a três
semanas), apesar de IgM reagente (resultado falso-positivo para IgM; portanto, considerar
gestante suscetível).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: