Segundo Baratieri et al. (2017), com relação à opção da
realização ou não de um bisel circunferencial no ângulo
cavossuperficial da maioria das cavidades proximais de
restaurações com resinas compostas em dentes
anteriores, coloque V (verdadeiro) ou F (falso) nas
afirmativas abaixo, assinalando, a seguir, a opção correta.
( ) Em lesões maiores que já romperam a área palatal,
mas ainda mantêm intacta a superfície vestibular, o
bisel vestibular deve ser realizado.
( ) A execução de um bisel no ângulo cavossuperficial
vestibular poderá tomar cavidades estritamente
proximais e, portanto, não visíveis em cavidades com
extensão vestibular e, por conseguinte, com maior
probabilidade de a restauração se tornar visível,
( ) A execução do bisel na superfície palatal de uma
cavidade proximal (acesso palatal) poderá implicar
exposição do material restaurador às regiões sujeitas
a maiores esforços e, consequentemente, maior risco
de haver interferências oclusais e fracasso precoce
da restauração.
( ) A execução de um bisel na parede gengival poderá
implicar remoção total do esmalte dessa região e,
assim, comprometer o selamento marginal.
( ) Várias restaurações de cavidades vestíbulo-proximais
proeminentes de lesões proximais viabilizam
resultados excepcionais do ponto de vista estético,
mesmo quando um bisel não é executado.