Um paciente com distonia cervical procura o
fonoaudiólogo devido a dificuldades na produção de
fala clara. O paciente apresenta espasmos involuntários
que afetam o controle das cordas vocais e a articulação
da fala.
Considere as afirmativas abaixo:
1. A disortia pode ser causada por distúrbios
neurológicos que afetam os músculos envolvidos na
articulação da fala, resultando em distorções fonéticas.
2. A terapia pode incluir técnicas de relaxamento
muscular e controle respiratório para reduzir o impacto
dos espasmos na produção vocal.
3. O uso de dispositivos de comunicação aumentativa e
alternativa (CAA) pode ser necessário para pacientes
com distonia severa que compromete a inteligibilidade
da fala.
4. A intervenção farmacológica com toxina botulínica
pode ser considerada como um tratamento adjuvante
para reduzir os espasmos vocais em casos graves.
5. A intervenção fonoaudiológica deve focar na
adaptação de estratégias compensatórias para
maximizar a eficácia da comunicação, mesmo em casos
de distonia persistente.
Alternativas: