Portador de caráter anti-humano e destrutivo, o capital lança
sobre a sociabilidade um profundo processo de reordenamento,
recriando, na velha e necessária (para o capital) exploração da
força de trabalho novos contornos, cada vez mais agudos, ao
passo que a lógica da intensificação do ritmo da produção se
coaduna com o aprofundamento da devastação dos direitos
sociais, humanos e trabalhistas.
O capitalismo contemporâneo restabelece, sob novas e agudas
bases, o conflito capital-trabalho, sobretudo