A cinesioterapia é uma técnica baseada nos
princípios da anatomia, fisiologia e biomecânica,
aplicada com finalidade de prevenção reabilitação,
sendo caracterizada por atividades físicas que
permitam o desenvolvimento, melhora, restauração e
manutenção da mobilidade, flexibilidade, relaxamento
e coordenação motora do indivíduo. Tais atividades
são caracterizadas em dois tipo, sendo: I) passivo, e;
II) ativo. Quando aos tipos de atividades que
caracterizam a técnica cinesioterápica, é CORRETO
afirmar que:
A A cinesioterapia passiva diz respeito às atividades onde
o paciente não tem participação direta nos movimentos, ou
seja, os movimentos são executados por outro indivíduo,
manualmente ou com ajuda de aparelhos desenvolvidos
para tal ação. Na cinesioterapia ativa os movimentos são
realizados pelo próprio paciente, de modo voluntário,
podendo ou não contar com a ajuda do terapeuta durante
a atividade – a depender do tipo de movimento estipulado
para seu quadro clínico.
B Nenhuma das alternativas.
C A cinesioterapia passiva diz respeito às atividades onde
o paciente não tem participação diretas nos movimentos
realizados, ou seja, os movimentos são realizados por
outro indivíduo, podendo, no entanto ser orientada em
duas diferentes modalidades, sendo: I) passivo-assitido:
quando as sessões são realizadas com o indivíduo
consciente; II) passivo-livre: quando as seções são
realizadas em pacientes inconscientes (em unidades de
tratamento intensivo, por exemplo). A cinesioterapia ativa,
por sua vez, diz respeito às atividades onde o paciente é
capaz de realizar os movimentos por conta própria, após
orientação (aprendizagem de movimentos).
D A cinesioterapia passiva diz respeito às atividades onde
o terapeuta não tem participação nos movimentos
realizados pelo paciente, ou seja, o profissional é passivo
na relação, tendo como função a orientação das atividades
e posterior avaliação dos desenvolvimentos. A
cinesioterapia ativa, por sua vez, diz respeito à técnica
onde o fisioterapeuta é ativo no processo, realizando os
movimentos necessários para o desenvolvimento do
paciente, que neste caso mantém-se alheio às ações.