O Assistente Social é chamado a constituir-se no
agente institucional de “linha de frente” nas relações
entre a instituição e a população, entre os serviços
prestados e a solicitação dos interessados por esses
mesmos serviços. Dispõe de um poder, atribuído
institucionalmente, de selecionar aqueles que têm
ou não direito de participar dos programas
propostos, discriminando, entre os elegíveis, os mais
necessitados. Iamamoto (2000) Essa realidade
ocorre devido à: