M.A., 28 anos, primigesta, com 12 semanas de gestação,
compareceu à unidade básica de saúde acompanhada por
seu marido, para consulta de enfermagem de pré-natal.
Durante o atendimento, ao analisar os resultados de
exames realizados recentemente, o enfermeiro constatou
que a gestante era portadora do tipo sanguíneo A Rh–
(negativo), fenótipo D fraco, e o seu marido portador do
tipo sanguíneo A Rh+ (positivo). Frente a essa situação, é
correto afirmar que o enfermeiro deve considerar que