Uma maneira de conceituar o ciclo hidrológico é
ligando-o ao movimento e à troca de água nos seus diferentes
estados físicos, que ocorre na hidrosfera, entre os oceanos, as
calotas de gelo, as águas superficiais, as águas subterrâneas e
a atmosfera. Esse movimento permanente deve-se ao Sol,
que fornece energia para elevar a água da superfície terrestre
para a atmosfera (evaporação), e à gravidade que faz com
que a água condensada caia (precipitação), e que, uma vez na
superfície, ela circule através de linhas de água que se
reúnem em rios até atingir os oceanos (escoamento
superficial) ou se infiltram nos solos e nas rochas pelo
interior dos seus poros, das fissuras e das fraturas
(escoamento subterrâneo). Porém, nem toda a água
precipitada alcança a superfície, já que, na sua queda, ela
pode ser interceptada pela vegetação e torna a evaporar-se.
CARVALHO, D. F. de; SILVA, L. D. B. da. Ciclo hidrológico.
Disponível em: <http://www.ufrrj.br/>. Acesso em: 19 jul. 2022, com adaptações.