“combina um desenho moderno com elementos
tradicionais, como artesanato fino, e materiais
luxuosos, entre eles jade, laca e marfim. [...]
também recebeu influência das formas abstratas
e geométricas do cubismo, das cores vivas do
fauvismo e dos artesanatos e estilos de países
como China, Japão e Egito. O viés decorativo e o
método de composição derivam ainda da
arquitetura Beaux-Arts por meio da simetria,
axialidade e hierarquia na distribuição das
plantas, além das fachadas proeminentemente
divididas em base, corpo e coroamento
(composição tripartite clássica) mas, desta vez,
racionalizando os volumes e usando
pontualmente a ornamentação. Uma mescla de linguagens que foi considerada luxuosa, tendo
sido incorporada pela burguesia enriquecida do
pós-guerra”.
(https://www.archdaily.com.br/br/971344)
O estilo descrito acima trata-se do movimento: