A saúde dos animais de laboratório afeta diretamente os
resultados de uma pesquisa. Por isso um programa de
controle sanitário (PGS), que zele pela qualidade, é
fundamental para bem estar desses animais e
confiabilidade dos resultados. Sobre biotérios, é
INCORRETO afirmar que:
A os testes microbiológicos de bacteriologia e micologia
devem ser realizados com frequência e são adotados
em todo ambiente. A frequência desses testes é de
sete a quinze dias, dependendo da finalidade do
biotério.
B os profissionais que trabalham nesse local devem ser
capacitados para o manejo diário com esses animais,
principalmente para evitar infecções causadas pelo
contato direto, saliva, sangue ou traumas na
manipulação.
C a monitorização genética e o controle sanitário e físico-químico do meio ambiente também são ações
imprescindíveis na realização do controle da qualidade
dos animais de laboratório.
D os animais devem ser colocados em locais amplos,
arejados, com enriquecimento ambiental, oferta de
alimentação satisfatória e troca de água
periodicamente. Não há problemas em manter animais
de espécies diferentes na mesma sala e com densidade
populacional aumentada.
E o controle de vetores é uma providência importante, já
que todo biotério possui o que há de mais atraente
para roedores selvagens, que é a presença de ração
com odores bastante característicos. Da mesma forma,
os insetos, rasteiros ou não, são uma ameaça e, por
conta disso, um bom programa de desratização e
desinsetização deve ser adotado para eficiência do
sistema.