Como política pública de saúde, o planejamento
reprodutivo requer uma organização dos serviços e dos
processos de saúde no desenvolvimento de ações, com
atividades educativas e atividades clínicas que possam
dar conta de questões relacionadas à pré-concepção, à
investigação inicial e abordagem da infertilidade,
acesso à tecnologias de reprodução assistida quando
necessário, bem como à contracepção e esterilização
cirúrgica voluntária, desde que respeitados os critérios
da lei do planejamento familiar. Em relação aos
métodos contraceptivos, é correto afirmar: