Durante supervisão sobre técnicas terapêuticas de reabilitação da disfagia neonatal em recémnascidos (RNs) de risco, ocorre o relato sobre um RN com APGAR 0/2/5, que foi submetido ao protocolo
de hipotermia. O paciente está em atendimento fonoaudiológico há 18 dias, tendo recebido estimulação
sensório-motora oral para adequação de pressão intraoral e movimentos linguais. Em duas tentativas de
introdução de dieta por via oral, o RN apresentou deglutições múltiplas, tosse durante a alimentação e
mudança do padrão respiratório com queda de saturação. Nesse caso, a técnica mais apropriada para
iniciar a transição alimentar é o finger feeding, por: