Na teoria, a maioria dos administradores financeiros concordaria com a meta de maximização da riqueza do proprietário. Na prática, no entanto, os administradores estão também preocupados com sua riqueza pessoal, estabilidade no
emprego, assim como com benefícios supérfluos, tais como
ter escritórios e carros de luxo, ser sócios de clubes de lazer,
tudo à custa da empresa. Tais preocupações podem tornar
os administradores relutantes ou sem vontade de correr
mais do que um risco moderado, se eles percebem que isso
pode resultar na perda de seu emprego e causar prejuízo à
sua riqueza pessoal. A partir desse conflito da propriedade e
das metas pessoais, surge o que foi chamado de: