O texto a seguir contém descrições fisiográficas sobre um tipo de unidade geomorfológica do Estado de Goiás:
Essa superfície é reconhecida por vários autores como uma superfície de erosão antiga, em virtude da presença de bancadas
ferruginosas pedogenéticas autóctones, que atestam seu retrabalhamento ao longo do Terciário. Foi datada através de estudos
efetuados pelo Projeto RADAMBRASIL, como do Terciário Inferior. A grande extensão plana da subunidade em questão, favoreceu a
criação de cidades satélites que hoje se expandem em direção a parte central do planalto: Taguatinga, Ceilândia e Brazlândia. Incluise nessa subunidade a extensa Chapada dos Veadeiros. Nas bordas norte e nordeste desse extenso relevo tabular, verifica-se grande
quantidade de canais fluviais que atuam por erosão regressiva, exumando as camadas subjacentes que originarem um relevo bastante
dissecado.
(Fonte: NASCIMENTO, 1991. Disponível em: https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/215/o/NASCIMENTO_Maria_Amelia_Leite_Geomorfologia_Go.pdf. Acesso em 14 fev. 2022).
A classificação trazida por Nascimento (1991), baseada no Projeto RADAMBRASIL, divide as variações morfológicas do relevo goiano
em 5 (cinco) grandes unidades: Planalto Central Goiano, Planalto Setentrional da Bacia do Paraná, Planalto do Divisor São
Francisco/Tocantins, Depressão do Tocantins e Depressão do Araguaia.
A grande unidade descrita no excerto refere-se