Rejeitos de Brumadinho chegam ao São Francisco e
autoridades ainda não têm plano. Poderes municipais,
estadual e federal ainda não sabem o que fazer para
proteger o Velho Chico e as comunidades. Em 25 de janeiro
deste ano, quando a barragem de Córrego do Feijão rompeu
e devastou Brumadinho, poucos perceberam que a lama
poderia afetar a região Nordeste do país. Mas não tardou até
que os rejeitos de minério matassem o rio Paraopeba,
afluente do São Francisco em Minas Gerais, comprometendo
a vida vegetal e animal na zona de mata atlântica, e seguissem
em direção ao Velho Chico.
(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2019/01/30/
vazamento-em-brumadinho-deve-atingir-a-bacia-do-rio-sao-francisc
oem-duas-semanas/.)
A qualidade da água do São Francisco, que é navegável e
poderia matar a sede de milhares de nordestinos nos
próximos anos, está ameaçada pelo rompimento da
barragem da Mina do Feijão. Este rio é um dos mais
importantes cursos d'água do Brasil e da América do Sul e,
atualmente, vem sendo palco de muita polêmica devido
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