O cuidado em saúde para pessoas que usam álcool e
outras drogas deve ser orientado pela Redução de Danos
como política e modo de cuidado. O surgimento dos agentes de redução de danos (redutores) e dos Consultórios
de rua conseguem uma efetiva aproximação dos usuários,
ao falar sua linguagem, atuar nos territórios e construir
uma nova ética no cuidado (Portal FIOCRUZ). Observe
as afirmativas abaixo:
I. A assistência à saúde ofertada prioritariamente pela
política pública de saúde mental e de acordo com
perspectiva proibicionista, de “alta exigência”, é aquela
na qual nenhum padrão de consumo é tolerado e a
abstinência é despontada como condição.
II. O modelo de atenção à saúde baseado na redução de
danos representa um importante barreira ao acesso
para as pessoas que fazem uso prejudicial de álcool e
outras drogas. Os/as usuários de um CAPSAd, quando
conseguem atendimentos, são estigmatizados de “fracos”, “vagabundos”, “sem-vergonha” e até “imorais”.
III. Os princípios da redução de danos se sustentam no
pragmatismo de que o consumo de drogas sempre
esteve e sempre estará presente na história da humanidade. Como o consumo de drogas não pode ser
suprimido das sociedades, é possível traçar estratégias
para reduzir os danos a ele relacionados, tanto para
os usuários quanto para a coletividade.
Das afirmativas acima, é correto afirmar que: